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Mixórdias estatísticas na minha visita à Ilha da Madeira

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Há duas semanas atrás visitei a nossa pérola do Atlântico na companhia da minha família (esposa e filho de quatro anos e meio). Foi a minha primeira experiência na ilha e claro está que, durante a minha estadia, o meu olho de falcão esteve a trabalhar como um radar na procura de coisas estatísticas que pudessem interessar tanto a mim como ao leitor deste blogue. Tomei notas de várias observações e experiências que agora resolvi partilhar. Restringi apenas a três notas "breves"; tento sempre que sejam breves, mas acabam semore por saírem mais longas do que tinha inicialmente previsto. Estas notas mostram bem como a minha formação académica em Estatística influencia a forma como vivo e sinto um determinado lugar. Pôr do sol na praia formosa (Funchal, Madeira). Taxistas da Bolt e as eleições (pseudo-)renhidas da Venezuela A primeira nota poderia ter sido a aterragem no Aeroporto Cristiano Ronaldo. Após quase 5h30 de voo desde Varsóvia até à Madeira, o avião começou a descer em ...

Será que temos estatística num vídeo TikTok sobre homens contra ursos?

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Inicio este blogue com um comentário ao artigo de opinião intitulado “ O urso no meio da sala ” da colunista Luísa Semedo, artigo esse publicado no sítio do PÚBLICO no passado dia 2 de Maio. A autora é claramente conhecedora da expressão inglesa “ The elephant in the room ”, que significa um problema evidente mas que é evitado de ser falado ou discutido abertamente.  Tendo vivido em Terras de Sua Majestade por quase uma década, fiquei curioso por saber o contexto do artigo e perceber a razão da autora não ter escolhido o título “O elefante no meio da sala”, sendo este uma tradução mais perto do original. Debrucei-me então sobre o artigo.  Senti imediatamente um vórtice a sugar-me para um mundo fantástico que desconhecia. Não o País das Maravilhas da Alice onde tomar um comprimido vermelho ou azul permite aumentar ou diminuir dimensões corporais. Não a Terra do Nunca onde ser criança para sempre é uma possibilidade (mas não desejável). Não o mundo escondido das Crónicas de Nár...